Seus olhosmerecem mais.
Lacrimejamento constante, infecções recorrentes ou desconforto ocular? Existe solução — e ela começa com o diagnóstico correto.
Diagnóstico especializado e tratamento individualizado das doenças das vias lacrimais. Atendimento presencial em São Paulo e telemedicina internacional.
O sistema responsável pelo equilíbrio e proteção dos seus olhos
Você sabia que as lágrimas percorrem um caminho complexo antes de desaparecer? As vias lacrimais são responsáveis pela circulação e drenagem das lágrimas, mantendo os olhos limpos, protegidos, lubrificados e confortáveis.
Quando esse mecanismo não funciona corretamente, podem surgir sintomas como lacrimejamento constante, irritação, secreção, infecções recorrentes e desconforto visual.
Quando a drenagem lacrimal falha, surgem sintomas persistentes que comprometem conforto, saúde ocular e qualidade de vida.
O lacrimejamento persistente não deve ser ignorado
Olhos sempre lacrimejando — sensação constante de lágrimas sem estímulo emocional.
Lágrimas escorrendo pelo rosto — transbordamento lacrimal com irritação da pele.
Secreção e infecções recorrentes — conjuntivites repetidas, crostas e secreção mucopurulenta.
Inchaço no canto interno dos olhos e desconforto visual com sensação de peso ocular.
Embora pareça simples, a epífora pode indicar diferentes alterações anatômicas e funcionais que exigem avaliação especializada.

O excesso de lágrimas não é apenas um desconforto — é um sinal.
Muito mais do que produzir lágrimas
O sistema lacrimal participa ativamente da proteção, hidratação, limpeza e defesa imunológica dos olhos — cada piscada aciona um mecanismo perfeitamente sincronizado.
Proteção Ocular
As lágrimas protegem a superfície ocular contra agressões externas.
Manutenção da Umidade
Evitam ressecamento e irritação dos olhos durante todo o dia.
Limpeza Natural
Removem partículas, impurezas e poluentes da superfície ocular.
Drenagem do Excesso
Conduzem as lágrimas adequadamente para o nariz, evitando o transbordamento.
Produção → Distribuição → Coleta → Drenagem. Cada etapa importa.
Como funciona o sistema lacrimal
Compreender a anatomia das vias lacrimais é essencial para entender os sintomas, as doenças e os tratamentos disponíveis. O funcionamento adequado depende da integridade de cada etapa do sistema.
Cada piscada aciona um sistema perfeito.
Glândula Lacrimal
Responsável pela produção das lágrimas.
Pontos Lacrimais
Pequenas aberturas que coletam as lágrimas da superfície ocular.
Canalículos Lacrimais
Transportam as lágrimas até o saco lacrimal.
Saco Lacrimal e Ducto Nasolacrimal
Conduzem o excesso de lágrimas até o nariz.
Diferentes doenças podem afetar o sistema lacrimal
As alterações podem ser congênitas, inflamatórias, infecciosas, traumáticas ou funcionais. Cada condição possui tratamento específico.
Drenagem bloqueada
A lágrima não escoa adequadamente, causando lacrimejamento constante, irritação e desconforto persistente.
Infecção do saco lacrimal
Pode provocar dor, vermelhidão, secreção e edema no canto interno dos olhos.
Estreitamento dos canais
A passagem das lágrimas torna-se limitada e insuficiente.
Mecânica palpebral
Mesmo sem obstrução anatômica, a drenagem pode falhar pela dinâmica inadequada da pálpebra.
Presente desde o nascimento
Comum em recém-nascidos, causando lágrimas excessivas, secreção e irritação ocular nos primeiros meses.
Descobrir a causa exata é mais simples do que você imagina
O diagnóstico das doenças lacrimais exige avaliação clínica detalhada, experiência anatômica, testes funcionais específicos e exames complementares quando necessário.
Anamnese
História clínica completa e investigação dos sintomas.
Exame Clínico
Biomicroscopia e avaliação especializada das vias lacrimais.
Testes Funcionais
Avaliação da drenagem lacrimal com fluoresceína e irrigação.
Exames Complementares
Endoscopia nasal, dacriocistografia e tomografia quando necessário.
Não basta saber que existe obstrução — é preciso saber onde e por quê.

Diagnóstico preciso é o primeiro passo do tratamento correto.
Precisão diagnóstica como base do tratamento
A irrigação e a sondagem ajudam a identificar a existência da obstrução, sua localização exata e o grau da alteração. Em casos de trauma, recidiva ou anatomia complexa, exames complementares são fundamentais.
Cada paciente possui uma causa específica e uma necessidade individual.
- 1Anamnese e história clínica completa
- 2Biomicroscopia das vias lacrimais
- 3Teste de fluoresceína para drenagem
- 4Irrigação lacrimal e sondagem
- 5Endoscopia nasal quando necessário
- 6Dacriocistografia e tomografia em casos selecionados
Não existe uma solução universal
Cada tratamento depende da causa, da localização da obstrução, da idade do paciente e da presença de doenças associadas. A dacriocistorrinostomia (DCR) é o procedimento padrão-ouro para obstruções definitivas, com taxas de sucesso entre 85% e 95%.
Tratamento Clínico
Antibióticos, anti-inflamatórios, colírios e lubrificação para controle inflamatório e infeccioso.
Procedimentos Minimamente Invasivos
Sondagem lacrimal, dilatação dos pontos lacrimais e intubação com silicone.
DCR Externa
Técnica tradicional e precisa, com pequena incisão próxima ao olho e excelente exposição anatômica.
DCR Endoscópica
Sem corte externo — acesso pelo nariz, sem cicatriz visível e recuperação frequentemente mais rápida.
A DCR cria uma nova passagem entre o saco lacrimal e a cavidade nasal, permitindo que as lágrimas voltem a drenar normalmente.
Alguns pacientes precisam de estratégias mais sofisticadas
É nesses cenários que experiência especializada faz diferença — oferecendo mais segurança, controle inflamatório e previsibilidade cirúrgica.
Falhas Cirúrgicas Prévias
Nova avaliação detalhada identifica a causa da falha e a possibilidade de reconstrução.
Estenoses Cicatriciais
Traumas, inflamações ou cirurgias podem fechar o sistema e exigir reconstrução avançada.
Traumas Faciais
Fraturas e cortes na região periocular podem afetar canalículos e demandar reconstrução especializada.
Doenças Inflamatórias Sistêmicas
Algumas condições afetam progressivamente as vias lacrimais, exigindo tratamento integrado.
Mais tranquila do que muitos imaginam
Na maioria dos casos, o desconforto é leve, o edema melhora rapidamente e o retorno às atividades ocorre em poucos dias.
Primeiros dias
Desconforto leve, edema controlado e cuidados com higiene e curativos.
5 a 7 dias
Retorno ao trabalho na maioria dos casos, com melhora visível diária.
2 a 4 semanas
Retorno pleno às atividades. Acompanhamento da cicatrização e da drenagem.
2 a 6 meses
Período de permanência do tubo de silicone, quando indicado.
Higiene e curativos
Limpeza suave e uso correto dos colírios.
Evitar esforços
Exercícios intensos e assoar o nariz com força.
Acompanhamento
Retornos para monitorar cicatrização e drenagem.
Tubo de silicone
Discreto e bem tolerado, removido em consultório.
Resultados que transformam o dia a dia
Quando realizada por cirurgião especializado, a DCR oferece alta previsibilidade, melhora significativa dos sintomas e restauração funcional duradoura.
Mais de 85–95% de sucesso, com restauração funcional duradoura.

Conforto restaurado, qualidade de vida recuperada.

Dr. André Borba
MD, PhD — Especialista em Oculoplástica, Vias Lacrimais e Cirurgia Periocular
Reconhecido internacionalmente por sua atuação em cirurgia palpebral, rejuvenescimento periocular e cirurgia das vias lacrimais — unindo técnica refinada, visão internacional e cuidado individualizado.
Mais informações: @drandreborba · www.andreborba.com.br
“A saúde das vias lacrimais é parte essencial da saúde ocular global.”
Do diagnóstico ao resultado
Etapa 1
Avaliação
Anamnese e exame especializado das vias lacrimais.
Etapa 2
Diagnóstico
Identificação precisa da causa e localização da obstrução.
Etapa 3
Planejamento
Estratégia personalizada — clínica, minimamente invasiva ou cirúrgica.
Etapa 4
Tratamento
Procedimento com precisão técnica e cuidado humanizado.
Etapa 5
Resultado
Conforto restaurado e qualidade de vida recuperada.
Dúvidas que escutamos com frequência
Você não precisa conviver com esse desconforto
Existe solução para o
lacrimejamento persistente.
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